POVO ORIENTE: é uma Falange em grande ascensão dentro da Umbanda, chegando aos Terreiros na vibração de Xangô, normalmente conhecidos como mentores são Mestres de povos do oriente com grande desenvolvimento espiritual e conhecimento profundo de vários assuntos. São muito cultos e responsáveis, de poucas palavras e muito trabalho. Apresentam-se de forma humilde e simples, não necessitando de nenhum tipo de oferenda além da fé e da dedicação de seus aparelhos, além de exigirem o cumprimento de regras básicas para uma melhor interpenetração de energias com seus médiuns. Têm uma vibração extremamente sutil. E esperam que seus médiuns cumpram sua parte no que se refere ao preparo correto para trabalhar com suas energias. Trabalham mais pela irradiação do que pela incorporação propriamente dita.
CIGANOS DO ORIENTE: composta por aqueles que em encarnações anteriores tiveram grande conhecimento da espititualidade e de magia, a maioria encarnou entre o Povo Cigano e de tal povo preferiram guardar a imagem com a qual aparecem para nós. Em geral denominam-se ciganos do oriente, para situarem de onde vêm, pois viveram no antigo oriente médio ou no extremo oriente. São mais antigos, lembram-se de tempos mais remotos em que foram conhecedores do poder e da magia dos antigos templos.Não são tão sutis quanto o Povo do Oriente, mas também não são tão mundanos quanto os Ciganos (europeus, apenas para explicar). Levam tudo muito à sério, mas também são alegres, gostam de cantorias , bebem licores,vinho branco,chás de frutas, alguns fumam outros não, “Comem” (oferendas) comidas ciganas e muitas frutas e frutos da terra. Gostam muito de flores em suas oferendas e trabalham com cristais, cromoterapia, numerologia, astrologia,limpezas de aura, uso dos chacras, fluidoterapia, fluidificação de água com fins curativos, aromoterapia, tarot, e outros jogos e magias de seu conhecimento.Gostam muito de trabalhar com a cura física e com a doutrinação que cura espiritualmente.
domingo, 11 de abril de 2010
Povo do Oriente (6ª. Linha de Umbanda)
É representada por Xangô do Oriente e sincretizado em São João Batista, festejado no dia 24 de junho. Sua legião é formada da seguinte maneira:
Legiões
Chefes
Hindus
Zartu
Árabes e Marroquinos
Jimbaruê
Médicos e Cientistas
José de Arimatéia
Japoneses, Chineses e Mongois
Ori do Oriente
Egípcios, Astecas e Incas
Inhoari
Índios Caraíbas
Itaraiaci
Gauleses, Romanos e Europeus
Marco _ 1º. Imperador Romano
Comandam os Mestres da Cura e atuam nos hospitais, nos terreiros de Umbanda onde as pessoas comparecem na esperança da cura através do passe que são emanados por espíritos evoluídos e por médicos.
A força magnética reside, sem dúvida no médium, que aumenta pela ação dos Espíritos Curadores que são chamados em seu auxílio; são eles: Mestre Carlos, André Luís, Emmanuel, Dr. Bezerra de Meneses e todos os Mentores Orientais.
Aqueles que se dedicam aos trabalhos de cura através do passe devem cultivar além da humildade, boa vontade, fé, elevação espiritual, amor fraternal e respeito ao doente.
No processo patológico orgânico os "passes" não dispensam os recursos da medicina, devendo ser utilizado como complemento.
Legiões
Chefes
Hindus
Zartu
Árabes e Marroquinos
Jimbaruê
Médicos e Cientistas
José de Arimatéia
Japoneses, Chineses e Mongois
Ori do Oriente
Egípcios, Astecas e Incas
Inhoari
Índios Caraíbas
Itaraiaci
Gauleses, Romanos e Europeus
Marco _ 1º. Imperador Romano
Comandam os Mestres da Cura e atuam nos hospitais, nos terreiros de Umbanda onde as pessoas comparecem na esperança da cura através do passe que são emanados por espíritos evoluídos e por médicos.
A força magnética reside, sem dúvida no médium, que aumenta pela ação dos Espíritos Curadores que são chamados em seu auxílio; são eles: Mestre Carlos, André Luís, Emmanuel, Dr. Bezerra de Meneses e todos os Mentores Orientais.
Aqueles que se dedicam aos trabalhos de cura através do passe devem cultivar além da humildade, boa vontade, fé, elevação espiritual, amor fraternal e respeito ao doente.
No processo patológico orgânico os "passes" não dispensam os recursos da medicina, devendo ser utilizado como complemento.
POVO DO ORIENTE NA UMBANDA
A Linha do Oriente é parte da herança da Umbanda brasileira. Ela é composta por inúmeras entidades, classificadas em sete falanges e maioritariamente de origem oriental. Apesar disso, muitos espíritos desta Linha podem apresentar-se como caboclos ou pretos velhos.
O Caboclo Timbirí (caboclo japonęs) e Pai Jacó (Jacob do Oriente, um preto velho bastante versado na Cabala Hebraica), săo os casos mais conhecidos. Hoje em dia, ganha força o culto do Caboclo Pena de Pavăo, entidade que trabalha com as forças espirituais divinas de origem indiana.
Mas nem todos os espíritos săo orientais no sentido comum da palavra. Esta Linha procurou abrigar as mais diversas entidades, que a princípio năo se encaixavam na matriz formadora do brasileiro (índio, portuguęs e africano).
A Linha do Oriente foi muito popular de 1950 a 1960, quando as tradiçőes budistas e hindus se firmaram entre o povo brasileiro. Os imigrantes chineses e japoneses, sobretudo, passaram a freqüentar a Umbanda e trouxeram seus ancestrais e costumes mágicos.
Antes destas datas, também era comum nesta Linha a presença dos queridos espíritos ciganos, que possuem origem oriental. Mas tamanha foi a simpatia do povo umbandista por estas entidades, que os espíritos criaram uma “Linha” independente de trabalho, com sua própria hierarquia, magia e ensinamentos. Hoje a influęncia do Povo Cigano cresce cada vez mais dentro da Umbanda.
Existem muitas maneiras de classificar esta Linha e este pequeno artigo, năo pretende colocar uma ordem na maneira dos umbandistas estudarem esta vertente de trabalho espiritual. Deixo a palavra final para os mais velhos e sábios, desta belíssima e diversificada religiăo. Coloco aqui algumas instruçőes que colhi com adeptos e médiuns afinados com a Linha do Oriente.
Namaste e Salve o Oriente!
CARACTERÍSTICAS DA LINHA DO ORIENTE:
• Lugares preferidos para oferendas: As entidades gostam de colinas descampadas, praias desertas, jardins reservados (mas também recebem oferendas nas matas e santuários ou congás domésticos).
• Cores das velas: Rosa, amarela, azul clara, alaranjada ou branca.
• Bebidas: Suco de morango, suco de abacaxi, água com mel, cerveja e vinho doce branco ou tinto.
• Tabaco: Fumo para cachimbo ou charuto.Também utilizam cigarro de cravo.
• Ervas e Flores: Alfazema, todas as flores que sejam brancas, palmas amarelas, monsenhor branco, monsenhor amarelo.
• Essęncias: Alfazema, olíbano, benjoim, mirra, sândalo e tâmara.
• Pedras: Citrino, quartzo rutilado, topázio imperial (citrino tornado amarelo por aquecimento) e topázio.
• Dia da semana recomendado para o culto e oferendas semanais: Quinta-feira.
• Lua recomendada (para oferenda mensal): Segundo dia do quarto minguante ou primeiro dia da Lua Cheia.
• Guias ou colares: Colar com cento e oito contas (108), sendo 54 brancas e 54 amarelas. Enfiar seqüencialmente uma branca e uma amarela. Fechar com firma branca. As entidades indianas também utilizam o rosário de sândalo ou tulasi de 108 contas (japa mala). Algumas criam suas próprias guias, segundo o mistério que trabalham.
CLASSIFICAÇĂO DA LINHA DO ORIENTE
Suas Falanges, Espíritos e Chefes:
01 - Falange dos Indianos:
Espíritos de antigos sacerdotes, mestres, yogues e etc. Um de seus mais conhecidos integrantes é Ramatis. Está sob a chefia de Pai Zartu.
02 - Falange dos Árabes e Turcos:
Espíritos de mouros, guerreiros nômades do deserto (tuaregs), sábios marroquinos, etc... A maioria é muçulmana. Uma Legiăo está composta de rabinos, cabalistas e mestres judeus que ensinam dentro da Umbanda a misteriosa Cabala. Está sob a chefia de Pai Jimbaruę.
03 - Falange dos Chineses, Mongóis
e outros Povos do Oriente:
Espíritos de chineses, tibetanos, japoneses, mongóis, etc. Curiosamente, uma Legiăo está integrada por espíritos de origem esquimó, que trabalham muito bem no desmanche de demandas e feitiços de magia negra. Sob a chefia de Pai Ory do Oriente.
04 - Falange dos Egípcios:
Espíritos de antigos sacerdotes, sacerdotisas e magos de origem egípcia antiga. Sob a chefia de Pai Inhoaraí.
O5 - Falange dos Maias, Toltecas,
Astecas e Incas:
Espíritos de xamăs, chefes e guerreiros destes povos. Sob a chefia de Pai Itaraiaci.
06 - Falange dos Europeus:
Năo săo propriamente do Oriente, mas integram esta Linha que é bastante sincrética. Espíritos de sábios, magos, mestres e velhos guerreiros de origem européia: romanos, gauleses, ingleses, escandinavos, etc. Sob a chefia do Imperador Marcus I.
07 - Falange dos Médicos e Sábios:
Os espíritos desta Falange săo especializados na arte da cura, que é integrada por médicos e terapeutas de diversas origens. Sob a chefia de Pai José de Arimatéia.
ALGUNS PONTOS CANTADOS
E SUA MAGIA
Aqui reproduzo alguns Pontos Cantados, mas destaco a sua eficácia mântrica e năo somente invocatória. Ou seja, nesta Linha os Pontos podem ser usados como mantras com finalidades específicas, independente de servirem para chamar as entidades para o trabalho de caridade no Centro ou Terreiro. Neste caso, os Pontos devem ser acompanhados das respectivas oferendas (veja abaixo).
PONTO DO POVO HINDU
• para afastar energias negativas diversas.
Oferenda: velas amarelas – 3, 5 ou 7, flores amarelas ou brancas e incenso de flores (rosa, verbena, etc...), colocados dentro de uma estrela de seis pontas, hexagrama, traçada no chăo com pemba amarela.
Ory já vem,
Já vem do oriente
A bençăo, meu pai,
Proteçăo para a nossa gente.
A bençăo, meu pai,
Proteçăo para a nossa gente.
PONTO DO POVO TURCO
• para afastar os inimigos pessoais ou da religiăo umbandista.
Oferenda: velas brancas – 3, 5 ou 7 e charutos fortes, dentro de uma estrela de cinco pontas, pentagrama, traçado no chăo com pemba branca. Jamais ofereça bebida alcoólica a este Povo.
Tá fumando tanarim,
Tá tocando maracá.
Meus camaradas, ajudai-me a cantar,
Ai minha gente, flor de orirí
Ai minha gente, flor de orirí.
Em cima da pedra
Meu pai vai passear, orirí.
PONTO DO POVO ESQUIMÓ
- para afastar os inimigos ocultos e destruir forças maléficas.
Oferenda: velas rosas – 3, 5 ou 7, pedacinhos de peixe defumado em um alguidar, tudo dentro de um círculo traçado no chăo com pemba rosa.
Salve o Polo Norte
Onde tudo tudo é gelado,
Salve Povo Esquimó
Que vem de Aruanda dar o recado.
Salve a Groenlândia,
Salve Povo Esquimó
Que conhece a lei de Umbanda.
PONTO DO POVO GAULĘS
• para as lutas e necessidades diárias.
Oferenda: velas brancas – 3, 5 ou 7, cerveja branca ou vinho tinto, tudo dentro de uma cruz traçada no chăo com pemba verde.
Gauleses, Oh gauleses,
Somos guerreiros gauleses.
Gauleses, Oh gauleses
Săo Miguel está chamando.
Gauleses, Oh gauleses,
Somos guerreiros de Umbanda,
Gauleses, Oh gauleses,
Vamos vencer demanda.
PONTO DO POVO ASTECA
• para buscar a sabedoria espiritual.
Oferenda : nove velas alaranjadas, milho, fumo picado, tudo dentro de um círculo traçado no chăo com pemba branca.
Asteca vem, Asteca vai
Nosso povo é valente,
Tomba, tomba e năo cai...
(cantar nove vezes)
PONTO DO POVO CHINĘS
• para proteçăo diante de situaçőes muito graves.
Oferendas: sete velas vermelhas (é a cor preferida deste Povo), arroz cozido sem sal, vinho branco, tudo dentro de um círculo traçado no chăo com pemba vermelha.
Os caminhos estăo fechados
Foi meu povo quem fechou,
Saravá Buda e Confúcio
Saravá meu Pai Xangô.
Saravá Povo Chinęs,
Que trabalha direitinho,
Saravá lei de Quimbanda,
Saravá, eu fecho caminho.
Curioso Ponto Cantado do Caboclo Timbirí – onde ele afirma sua origem japonesa.
ANTIGO PONTO DE TIMBIRÍ
Marinheiro, marinheiro,
olha as costas do mar...
É o japones, é o japones !
Olha as costas do mar.
Que vem do Oriente !
O Caboclo Timbirí (caboclo japonęs) e Pai Jacó (Jacob do Oriente, um preto velho bastante versado na Cabala Hebraica), săo os casos mais conhecidos. Hoje em dia, ganha força o culto do Caboclo Pena de Pavăo, entidade que trabalha com as forças espirituais divinas de origem indiana.
Mas nem todos os espíritos săo orientais no sentido comum da palavra. Esta Linha procurou abrigar as mais diversas entidades, que a princípio năo se encaixavam na matriz formadora do brasileiro (índio, portuguęs e africano).
A Linha do Oriente foi muito popular de 1950 a 1960, quando as tradiçőes budistas e hindus se firmaram entre o povo brasileiro. Os imigrantes chineses e japoneses, sobretudo, passaram a freqüentar a Umbanda e trouxeram seus ancestrais e costumes mágicos.
Antes destas datas, também era comum nesta Linha a presença dos queridos espíritos ciganos, que possuem origem oriental. Mas tamanha foi a simpatia do povo umbandista por estas entidades, que os espíritos criaram uma “Linha” independente de trabalho, com sua própria hierarquia, magia e ensinamentos. Hoje a influęncia do Povo Cigano cresce cada vez mais dentro da Umbanda.
Existem muitas maneiras de classificar esta Linha e este pequeno artigo, năo pretende colocar uma ordem na maneira dos umbandistas estudarem esta vertente de trabalho espiritual. Deixo a palavra final para os mais velhos e sábios, desta belíssima e diversificada religiăo. Coloco aqui algumas instruçőes que colhi com adeptos e médiuns afinados com a Linha do Oriente.
Namaste e Salve o Oriente!
CARACTERÍSTICAS DA LINHA DO ORIENTE:
• Lugares preferidos para oferendas: As entidades gostam de colinas descampadas, praias desertas, jardins reservados (mas também recebem oferendas nas matas e santuários ou congás domésticos).
• Cores das velas: Rosa, amarela, azul clara, alaranjada ou branca.
• Bebidas: Suco de morango, suco de abacaxi, água com mel, cerveja e vinho doce branco ou tinto.
• Tabaco: Fumo para cachimbo ou charuto.Também utilizam cigarro de cravo.
• Ervas e Flores: Alfazema, todas as flores que sejam brancas, palmas amarelas, monsenhor branco, monsenhor amarelo.
• Essęncias: Alfazema, olíbano, benjoim, mirra, sândalo e tâmara.
• Pedras: Citrino, quartzo rutilado, topázio imperial (citrino tornado amarelo por aquecimento) e topázio.
• Dia da semana recomendado para o culto e oferendas semanais: Quinta-feira.
• Lua recomendada (para oferenda mensal): Segundo dia do quarto minguante ou primeiro dia da Lua Cheia.
• Guias ou colares: Colar com cento e oito contas (108), sendo 54 brancas e 54 amarelas. Enfiar seqüencialmente uma branca e uma amarela. Fechar com firma branca. As entidades indianas também utilizam o rosário de sândalo ou tulasi de 108 contas (japa mala). Algumas criam suas próprias guias, segundo o mistério que trabalham.
CLASSIFICAÇĂO DA LINHA DO ORIENTE
Suas Falanges, Espíritos e Chefes:
01 - Falange dos Indianos:
Espíritos de antigos sacerdotes, mestres, yogues e etc. Um de seus mais conhecidos integrantes é Ramatis. Está sob a chefia de Pai Zartu.
02 - Falange dos Árabes e Turcos:
Espíritos de mouros, guerreiros nômades do deserto (tuaregs), sábios marroquinos, etc... A maioria é muçulmana. Uma Legiăo está composta de rabinos, cabalistas e mestres judeus que ensinam dentro da Umbanda a misteriosa Cabala. Está sob a chefia de Pai Jimbaruę.
03 - Falange dos Chineses, Mongóis
e outros Povos do Oriente:
Espíritos de chineses, tibetanos, japoneses, mongóis, etc. Curiosamente, uma Legiăo está integrada por espíritos de origem esquimó, que trabalham muito bem no desmanche de demandas e feitiços de magia negra. Sob a chefia de Pai Ory do Oriente.
04 - Falange dos Egípcios:
Espíritos de antigos sacerdotes, sacerdotisas e magos de origem egípcia antiga. Sob a chefia de Pai Inhoaraí.
O5 - Falange dos Maias, Toltecas,
Astecas e Incas:
Espíritos de xamăs, chefes e guerreiros destes povos. Sob a chefia de Pai Itaraiaci.
06 - Falange dos Europeus:
Năo săo propriamente do Oriente, mas integram esta Linha que é bastante sincrética. Espíritos de sábios, magos, mestres e velhos guerreiros de origem européia: romanos, gauleses, ingleses, escandinavos, etc. Sob a chefia do Imperador Marcus I.
07 - Falange dos Médicos e Sábios:
Os espíritos desta Falange săo especializados na arte da cura, que é integrada por médicos e terapeutas de diversas origens. Sob a chefia de Pai José de Arimatéia.
ALGUNS PONTOS CANTADOS
E SUA MAGIA
Aqui reproduzo alguns Pontos Cantados, mas destaco a sua eficácia mântrica e năo somente invocatória. Ou seja, nesta Linha os Pontos podem ser usados como mantras com finalidades específicas, independente de servirem para chamar as entidades para o trabalho de caridade no Centro ou Terreiro. Neste caso, os Pontos devem ser acompanhados das respectivas oferendas (veja abaixo).
PONTO DO POVO HINDU
• para afastar energias negativas diversas.
Oferenda: velas amarelas – 3, 5 ou 7, flores amarelas ou brancas e incenso de flores (rosa, verbena, etc...), colocados dentro de uma estrela de seis pontas, hexagrama, traçada no chăo com pemba amarela.
Ory já vem,
Já vem do oriente
A bençăo, meu pai,
Proteçăo para a nossa gente.
A bençăo, meu pai,
Proteçăo para a nossa gente.
PONTO DO POVO TURCO
• para afastar os inimigos pessoais ou da religiăo umbandista.
Oferenda: velas brancas – 3, 5 ou 7 e charutos fortes, dentro de uma estrela de cinco pontas, pentagrama, traçado no chăo com pemba branca. Jamais ofereça bebida alcoólica a este Povo.
Tá fumando tanarim,
Tá tocando maracá.
Meus camaradas, ajudai-me a cantar,
Ai minha gente, flor de orirí
Ai minha gente, flor de orirí.
Em cima da pedra
Meu pai vai passear, orirí.
PONTO DO POVO ESQUIMÓ
- para afastar os inimigos ocultos e destruir forças maléficas.
Oferenda: velas rosas – 3, 5 ou 7, pedacinhos de peixe defumado em um alguidar, tudo dentro de um círculo traçado no chăo com pemba rosa.
Salve o Polo Norte
Onde tudo tudo é gelado,
Salve Povo Esquimó
Que vem de Aruanda dar o recado.
Salve a Groenlândia,
Salve Povo Esquimó
Que conhece a lei de Umbanda.
PONTO DO POVO GAULĘS
• para as lutas e necessidades diárias.
Oferenda: velas brancas – 3, 5 ou 7, cerveja branca ou vinho tinto, tudo dentro de uma cruz traçada no chăo com pemba verde.
Gauleses, Oh gauleses,
Somos guerreiros gauleses.
Gauleses, Oh gauleses
Săo Miguel está chamando.
Gauleses, Oh gauleses,
Somos guerreiros de Umbanda,
Gauleses, Oh gauleses,
Vamos vencer demanda.
PONTO DO POVO ASTECA
• para buscar a sabedoria espiritual.
Oferenda : nove velas alaranjadas, milho, fumo picado, tudo dentro de um círculo traçado no chăo com pemba branca.
Asteca vem, Asteca vai
Nosso povo é valente,
Tomba, tomba e năo cai...
(cantar nove vezes)
PONTO DO POVO CHINĘS
• para proteçăo diante de situaçőes muito graves.
Oferendas: sete velas vermelhas (é a cor preferida deste Povo), arroz cozido sem sal, vinho branco, tudo dentro de um círculo traçado no chăo com pemba vermelha.
Os caminhos estăo fechados
Foi meu povo quem fechou,
Saravá Buda e Confúcio
Saravá meu Pai Xangô.
Saravá Povo Chinęs,
Que trabalha direitinho,
Saravá lei de Quimbanda,
Saravá, eu fecho caminho.
Curioso Ponto Cantado do Caboclo Timbirí – onde ele afirma sua origem japonesa.
ANTIGO PONTO DE TIMBIRÍ
Marinheiro, marinheiro,
olha as costas do mar...
É o japones, é o japones !
Olha as costas do mar.
Que vem do Oriente !
Povo do Oriente
Os Mestres do Oriente trabalham em diversas religiões, inclusive na Umbanda. São muito discretos em sua forma de se apresentar e trabalhar, e estas formas mudam de acordo com a religião ou local em que irão atuar. São espíritos de grande conhecimento, seriedade e elevação espiritual. Alguns deles não demonstram muito sentimento, mas mesmo assim têm muita vontade de ajudar ao próximo, com o tempo tendem a evoluir também para um sentimento maior de amor ao próximo.
São extremamente práticos não aceitando conversas banais ou ficar se estendendo a assuntos que vão além de sua competência ou nos quais não podem interferir, pois não são guias de consulta no sentido ao qual estamos habituados na Umbanda.
Para se ter uma idéia melhor, sua consulta seria o pólo oposto à consulta com um Preto Velho. Normalmente os pretos velhos dão consultas longas, cheias de ensinamentos de histórias, apelando bem para o lado emocional. Já os Mentores de Cura, se dirigem ao raciocínio, buscam fazer o encarnado compreender bem as causas de suas enfermidades e a necessidade de mudança nessas causas, bem como a necessidade de seguirem à risca os tratamentos indicados. Quando precisam passar algum ensinamento o fazem em frases curtas e cheias de significado, daquelas que dão margem à longas meditações.
São espíritos que quando encarnados foram: Médicos, Enfermeiros, Boticários, Orientais (que exercem sua própria medicina desde bem antes das civilizações ocidentais), Religiosos (monges, freis, padres, freiras, etc.), ou exerceram qualquer outra atividade ligada a cura das enfermidades dos seres humanos, seja por métodos físicos, científicos ou espirituais.
São extremamente práticos não aceitando conversas banais ou ficar se estendendo a assuntos que vão além de sua competência ou nos quais não podem interferir, pois não são guias de consulta no sentido ao qual estamos habituados na Umbanda.
Para se ter uma idéia melhor, sua consulta seria o pólo oposto à consulta com um Preto Velho. Normalmente os pretos velhos dão consultas longas, cheias de ensinamentos de histórias, apelando bem para o lado emocional. Já os Mentores de Cura, se dirigem ao raciocínio, buscam fazer o encarnado compreender bem as causas de suas enfermidades e a necessidade de mudança nessas causas, bem como a necessidade de seguirem à risca os tratamentos indicados. Quando precisam passar algum ensinamento o fazem em frases curtas e cheias de significado, daquelas que dão margem à longas meditações.
São espíritos que quando encarnados foram: Médicos, Enfermeiros, Boticários, Orientais (que exercem sua própria medicina desde bem antes das civilizações ocidentais), Religiosos (monges, freis, padres, freiras, etc.), ou exerceram qualquer outra atividade ligada a cura das enfermidades dos seres humanos, seja por métodos físicos, científicos ou espirituais.
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